Startup cresce com a moda da “gourmetização”

Lasanha_de_Ab_bora_MP_destaqueNo segundo semestre de 2014, quando foi fundada, a startup ChefTime tinha pelo menos quatro grandes concorrentes estabelecidas no mercado. Todas também ofereciam o mesmo serviço de delivery de kits com ingredientes já picados, lavados e medidos para o preparo de receitas em casa. Para se diferenciar, a startup montou uma estratégia baseada na “gourmetização” de seus pratos, onde cada receita é elaborada por um chef. Deu certo.

Hoje a empresa processa mais de mil pedidos por mês e planeja chegar a 10 mil até o final do ano. O sucesso da ChefTime, que esta semana anunciou a aquisição das rivais LeBox (que já havia adquirido a Gulalá) e Commodité, mostra que o tal “raio gourmetizador” pode ser mais do que um meme de sucesso na internet. A piada reflete um fenômeno real e crescente, em especial nas grandes cidades do país.

“As pessoas estão pagando mais para ter experiências gratificantes”, diz Hugo Godinho, um dos fundadores da ChefTime. “Esse modelo de entrega de ingredientes já existe no exterior, mas lá as pessoas estão mais acostumadas a fazer compras de supermercado pela internet. Aqui não. Vimos então que o importante era criar uma experiência interessante”.

A estratégia de fazer com que o usuário se sinta um chef de cozinha foi criada em parceria com a Movile, maior empresa da América Latina em desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo mobile. No ano passado, ela investiu R$ 2 milhões na startup.

Além do aval de chefs em cada prato – que têm um custo médio de R$ 35 por pessoa – a empresa possui como sócia o buffet Charlô, um dos mais tradicionais da cidade de São Paulo. A entrega é uma parceria com uma terceira empresa, a Rapiddo, que cuida de toda a logística de distribuição na grande São Paulo. “Ainda há muito espaço para crescer na capital paulista, mas temos planos de expandir para outras cidades”, diz Godinho.  Aumentar a área de atuação, no entanto, é um pouco mais complicado quando se lida com alimentos perecíveis. Será preciso formar parcerias para preparar e entregar os kits em cada nova cidade. “Não é algo simples. Exige investimento”.

Fonte: Info Online

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