Empresas tradicionais encaram a crise com expansão por franquias

 Sorvetes Rochinha apostou na consolidação do setor de franchising, abriu nove lojas em um ano e aposta em grande mercado para 2017

Se 2016 não foi um bom ano para muitos setores, em outros, a consolidação de alguns modelos de negócios cresceu, equem aproveitou para se tornar franqueador(a) não se arrepende. É o caso da Sorvetes Rochinha, uma empresa com mais de 30 anos de mercado. Após um período de profissionalização do negócio, iniciou seu processo de franchising no ano passado. Hoje, na contramão da crise, já conta com cinco lojas franqueadas, uma na capital paulista e quatro no litoral de São Paulo, e seis microfranquias em shoppings nos estados de São Paulo e Paraná, além da Food Kombi. “Iniciamos 2016 com o objetivo de ter cinco lojas e microfranquias até dezembro, para começarmos esse primeiro ano de operações. Deu certo e estamos fechando com onze negócios: cinco lojas de rua e seis microfranquias – o Quiosque Rochinha”, revela Lupercio Moraes, sócio diretor da marca.

A grande sacada da Sorvetes Rochinha foi não temer o ano de crise. A perspectiva da empresa é chegar a 24 negócios nos estados em que já atuam, como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Segundo Moraes, o sonho de ter um negócio próprio e a procura por modelos de franquias que cabem no bolso ajudou a alavancar o cenário. “Temos modelos a partir de R$ 109,5 mil reais que podem ir até R$ 250 mil. Varia do que o empreendedor procura e esse é um diferencial que oferecemos. A ideia é crescer, mas, principalmente, fazer com que o franqueado tenha segurança com uma estrutura consolidada como a nossa”, explica Moraes.

Lojas de rua e quiosques: ambiente de praia e descontração

Além dos clássicos como a linha coco (coco branco, coco queimado e coco com abóbora) e sabores como chocolate, amarena, limão, maracujá, entre outros as franquias Rochinha contam com versões zero açúcar, sem lactose e sem glúten. As lojas e quiosques têm em sua proposta os conceitos de saúde, bem-estar e brasilidade de maneira sustentável, mas sem esquecer a essência da Rochinha.

A ideia é transmitir a sensação de estar na beira da praia ou numa praça. “Não queríamos perder a simplicidade que fez a marca tão conhecida. A ideia é que quem more na capital possa repetir a experiência de ir até a sorveteria de chinelos, com os cachorros, a qualquer hora do dia, algo que o turista faz na praia com naturalidade”, explica Lupercio Moraes.

 

Investimento e retorno- Praça Rochinha

Taxa de franquia: R$ 50 mil
Investimento: R$ 200 mil, loja de 70 metros
Retorno:  24 a 36 meses
Faturamento médio previsto: R$ 600 mil por ano

Quiosque Rochinha
Investimento total com taxa de franquia: R$ 109,5 mil
Prazo estimado de retorno: 18 meses
Capital de giro estimado: R$ 8 mil

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