Autor: InteligenciaInovacao

Quanto mais você corre, mais você ajuda

Existem soluções que são criadas para conectar quem quer ajudar com quem necessita de ajuda. O Charity Miles é um desses aplicativos e se propõe a fazer essa intermediação de forma segura e rápida. O app transforma as milhas que o usuário corre ou pedala em doações para as instituições de caridade cadastradas e está disponível tanto para iPhone quanto para Android. O funcionamento é simples: basta se cadastrar e começar usar. O Charity Miles calcula o trajeto percorrido através do sistema de GPSe, a cada milha percorrida, é acrescentado um valor à soma total. Trajetos feitos de bicicleta valem dez centavos de dólar a milha.Caminhadas ou corridas somam 25 centavos por milha. Para se ter uma ideia, um corredor iniciante, que corra cinco quilômetros por dia, durante cinco dias da semana, doa 15 dólares no fim do mês. Sem precisar mexer no orçamento. Esta é uma forma simples de unir o prazer da atividade física e ajudar ao...

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Coleira inteligente para cães

A guia inteligente Meer WUF promete facilitar o dia a dia dos donos de cães. Com 3G, GPS, bluetooth, acelerômetro, microfones e caixas de som, o produto, desenvolvido por uma empresa norte-americana, foi projetado para aumentar o monitoramento sobre os pets. O GPS possibilita localizar os cães e determinar um limite virtual. Caso o cachorro ultrapasse essa cerca virtual, o dono recebe um alerta em seu smartphone. Já o acelerômetro monitora a movimentação e hábitos dos animais e envia dicas de alimentação e cuidados sobre a saúde deles. O 3G deixa o cão conectado 24 horas com o dono, mesmo que estejam distantes. Para aproximar ainda mais a relação, caixas de som permitem que eles se comuniquem mesmo de longe. O microfone detecta os latidos e as possíveis causas, barulhos externos ou outros animais. O produto está sendo financiado coletivamente pelo Kickstarter e a campanha termina no dia 28 de dezembro. A previsão de entrega das coleiras é novembro de 2015....

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Rede de pesca biodegradável e rastreável por app

O espanhol Alejandro Plasencia, estudante de engenharia, projetou a Remora, uma rede de pesca rastreável e biodegradável, que se deteriora sozinha após quatro anos. A ideia é diminuir o número de mamíferos e peixes presos em redes de pesca e evitar que restos de plásticos que se soltam das redes tradicionais sejam ingeridos por baleias, peixes e tartarugas. A ideia é barata, simples e inovadora. Uma etiqueta laranja e amarela, com o chip RFID embutido, pode ser ligada à rede tradicional. Com um aplicativo, para smartphones ou tablets, o pescador pode localizar e recuperar a rede de forma mais eficiente, ou até mesmo declará-la perdida, informando às ONGs de proteção à biodiversidade marinha sobre a localização da rede. O projeto Remora foi finalista de 2014 no James Dyson Foundation Award. Fonte:...

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Headset transforma seu celular em uma tela gigante

Assistir a filmes de terror em 360 graus como se estivesse dentro da obra, sobrevoar a terra, nadar com tubarões e até mesmo explorar o espaço são algumas das opções disponíveis para o Viewbox, gadget desenvolvido para ampliar a experiência ao assistir produtos audiovisuais em smartphones. O aparelho, desenvolvido pelo designer sueco Simon Josefsson, é um óculos de realidade virtual inovador. O “capacete” possui encaixe para dispositivos móveis e é feito de neoprene, que se adapta ao tamanho da cabeça, tornando a experiência ainda mais confortável. As duas lentes têm 30 milímetros de espessura e proporcionam uma visão de 90º ao telespectador, com uma imagem clara e bom foco nas bordas. Prático e maleável, o headset foi projetado para ser dobrado, ficando com apenas 150x135x40mm. O projeto está sendo patrocinado por meio de financiamento coletivo pelo site Kickstarter. Mais de 300 pessoas já contribuíram e a meta é atingir aproximadamente R$ 30 mil. A campanha fica aberta até 8 de janeiro...

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Aparelho facilita leitura para crianças com deficiência visual

O projeto Batlego foi criado por um grupo de estudantes de Natal e é resultado das aulas de robóticas dirigidas pelo professor Thiago Castro. O equipamento identifica o alfabeto a partir de cores, emitindo um som característico de cada letra decodificada para quem estiver usando. Os alunos projetaram o aparelho para que as crianças cegas pudessem ser alfabetizadas com mais facilidade. A partir de um trabalho de pesquisa os alunos concluíram que uma das maiores dificuldades das crianças com deficiência visual é o aprendizado educacional por meio do manuseio do braile, que é considerado o melhor método de escrita e leitura para cegos. São 64 símbolos em relevo, resultantes de combinações de até seis pontos dispostos em duas colunas. A proposta do Batlego  é, ao invés do ato de tocar, a pessoas ouça qual é a letra. O aparelho é composto por duas partes, um anel com sensores que fica instalado em uma das mãos, e uma máquina que reproduz...

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