Sapatos com laser ajudam pessoas com mal de Parkinson a caminhar

O congelamento de marcha, um dos sintomas da doença, pode ser atenuado com o uso do calçado

sapato laser

O mal de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso central que afeta o movimento, muitas vezes incluindo tremores. Um dos sintomas da doença é conhecido como congelamento de marcha, quando acontece, a pessoa fica paralisada por alguns segundos ou minutos, não conseguindo dar um passo adiante, mesmo quando quer avançar. Essa condição provoca a perda do equilíbrio e até quedas.

Um dos truques utilizado por quem tem esse tipo de sintoma é se concentrar em algum objeto ou figura que esteja perto dos pés para conseguir continuar caminhando. A partir disso, cientistas da Universidade de Twente, na Holanda, desenvolveram um sapato com um laser que projeta um traçado no chão, cerca de 46 centímetros na frente do pé do usuário. O laser se apaga quando o pé não está em movimento.

O estudo já foi testado em 21 pacientes e o resultado foi bem sucedido. Diminuiu pela metade a ocorrência do congelamento e, mesmo quando o sintoma aparecia, o tempo que a pessoa ficava travada era menor com o uso do calçado. O grupo de pesquisadores pretende realizar mais testes para aplicar melhorias à novidade, uma das metas é que o laser acenda apenas quando o congelamento da marcha for detectado.

 

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Bitcoin torna irmãos Winklevoss milionários

Retratados em “A Rede Social”, eles lucram com a valorização da moeda da web

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Os gêmeos que travaram batalha judicial contra Mark Zuckerberg, acusando-o de roubar deles a ideia do Facebook, encontraram outra maneira de se destacar. A disputa pela posse da rede social se resolveu após pagamento em dinheiro e ações, que os irmãos optaram por investir em bitcoins. Isso fez deles os primeiros milionários que têm como renda a inovadora moeda virtual.

O bitcoin tem chamado cada vez mais a atenção de investidores e milionários por todo o mundo. O preço da unidade era de aproximadamente US$ 1 mil no começo de 2017. Seu valor chegou a cerca de US$ 15 mil no fim do ano, em uma impressionante ascensão.

E os Winklevoss não pararam por aí. Também são acionistas majoritários da Gemini, plataforma que funciona como casa de câmbio e bolsa de valores virtual, exclusivamente dedicada a operações com bitcoins. Os lucros do aplicativo, por si só, já tornariam cada um dos irmãos um bilionário do ramo. Com 90.000 bitcoins em posse, eles afirmam que investiram cerca de US$ 11 milhões na moeda e não pretendem vender nenhuma delas, “nem que passem a valer o mesmo que ouro”.

Mas o bitcoin não é um investimento seguro. Nem mesmo os maiores especialistas o entendem e consideram a novidade uma loucura passageira. Warren Buffett, o investidor mais famoso da Bolsa de Nova York, adverte que estamos diante uma bolha, prestes a estourar. Se vai mesmo explodir ou quando isso acontecerá, ninguém sabe, mas o  fato é que muitos estão ganhando fortunas.

TECNOLOGIA AJUDA A PREVENIR GASTOS COM PNEUS

 

Saveway

Controlar remotamente as condições de uso de pneus por meio de equipamentos de última geração. Esse é o desafio tecnológico a que a Saveway se propõe. Atualmente, a empresa atende companhias de médio e grande porte, nas áreas de agronegócio e logística. Em ambas, o custo de transporte é crucial para o desenvolvimento do negócio.

O carro chefe da Saveway, o Savetyre, consiste em uma etiqueta de RFID, sigla em inglês para “identificação por radiofrequência”. Essa técnica permite a identificação automática através de sinais de rádio, que permitem recuperar e armazenar remotamente dados gerados pelo objeto identificado, no caso, os pneus.

A companhia desenvolveu um software que monitora em tempo real as condições de consumo do pneu, mostrando se ele está sendo usado da melhor maneira. Com isso, permite a manutenção preventiva e reduz significativamente os custos dos clientes.

Fundada em 2008 por José Caruso Gomes e Antônio João Moreno, a empresa superou desafios tecnológicos tendo como apoio linhas de financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que investiu R$ 1,5 milhão por meio do programa Pipe; e pelo Fundo de Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcet), que desembolsou outros R$ 140 mil pela agência de fomento Desenvolve SP.

A Saveway mantém em andamento o projeto para produção da segunda geração de chip para pneus. A nova versão, prevista para daqui a pouco mais de um ano, irá coletar mais dados entre as variáveis do pneu – atualmente, o sistema controla 12 de 17 variáveis. Os planos da empresa, que já disseminou seu produto no Brasil, consistem em conquistar países como Argentina, Costa Rica, Chile, Canadá e Estados Unidos.