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(Foto: Michigan Technological University)

Há muitos anos, as impressoras 3D surpreendem o mundo e, a cada momento, apresentam novas possibilidades de utilização. Até hoje, essas ferramentas já se mostraram capazes de reproduzir desde ferramentas e instrumentos musicais até próteses humanas.

A startup norte-americana BioBots inova ao recriar  tecidos e órgãos humanos. A iniciativa do grupo pode representar um grande impulso e economia para o processo de biofabricação, que tinha um custo de máquinas de aproximadamente US$500 mil. Com a impressora 3D, o gasto passaria a US$5 mil.

Para produzir os tecidos, a impressora utiliza uma tinta especial composta por um foto-inicializador capaz de recuperar as estruturas biomateriais. Combinada a células-vivas, a tinta dá formato aos tecidos.

O foco da startup, por enquanto, não é o de reproduzir órgãos e tecidos humanos para transplante, já que esse processo requer maior estudo. No entanto, algumas empresas do setor farmacêutico já testam a invenção como um possível substituto do uso de animais em testes de medicamentos e cosméticos.