Google passa a priorizar sites com Design Responsivo

google_mobile_alteracaoDesde o dia 21 de abril, o maior portal de buscas da internet, o Google, modificou os algoritmos que ranqueavam os sites mostrados em suas páginas de pesquisa. Em suma, a mudança priorizará sites desenvolvidos no padrão de design responsivo, ou seja, páginas que favoreçam a visualização do conteúdo tanto para os dispositivos móveis quanto para os desktops.

Segundo José Carlos Lins, diretor da agência especializada em marketing digital Ideia na Web, a atualização no algoritmo está sendo anunciada há pelo menos três anos pela gigante de tecnologia, que já previa os novos hábitos dos internautas. “Os usuários passaram a ser multitelas, começam a ler a matéria no celular, gravam ou salvam o link para lerem o resto em casa. Ou vice-versa, começam em casa e salvam para ler durante o trânsito”, comenta Lins.

“A medida é uma forma de equalizar as chances de que qualquer empresa apareça no dispositivo móvel. Quem se atualiza e segue as tendências não será prejudicado”, fala o analista de marketing digital. Para ele, a diferença é que as empresas precisarão contratar profissionais qualificados em design responsivo para a elaboração ou restruturação de seus sites, ao invés de ‘amigos de amigos’. No geral, a mudança só terá impacto para buscas feitas em dispositivos móveis.

Empresas que utilizam o mesmo código há anos terão que se atualizar, ou aos poucos sairão da web, ficarão cada vez mais fora das pesquisas Google. Segundo o consultor, o preço para atualização de um site para os novos padrões é a partir de R$ 900.

“Se você pesquisar pizzaria em um celular, o Google analisará sua posição física, os sites e pizzarias mais próximas de você e a primeira opção será a página melhor desenvolvida para abrir no seu smartphone”, explica Lins.

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Dispositivo usa água corrente para gerar dez horas de energia

Água-Energia-Blue-FreedomMuitas empresas estão em busca de mecanismos para gerar energia de forma ecologicamente correta. Um exemplo disso é o Blue Freedom, um dispositivo pequeno e leve, com design inspirado em uma turbina de usina hidrelétrica.

A pequena turbina, que pode ser usada por qualquer pessoa que tenha acesso à água corrente, produz energia em grandes quantidades, sem agredir a natureza. A invenção promete gerar até 10 horas de energia a cada hora que for inserida na água, permitindo recarregar aparelhos móveis, como celulares e tablets.

O projeto está sendo financiado coletivamente pelo site Kickstarter, com data de término prevista para o dia 2 de maio. O dispositivo já arrecadou US$ 104 mil (R$ 319 mil), de uma meta inicial de US$ 100 mil (R$ 312 mil).

 

Fonte: Catraca Livre