Concorrente do Tinder, Hater cruza perfis que têm os mesmos “desgostos”

Há no mercado tecnológico uma infinidade de aplicativos de paquera. Eles costumam basear-se em gostos e hábitos que coincidem entrem os perfis que dão o famoso match. O Hater segue a tônica, mas tem como intuito unir pessoas de acordo com uma lista de coisas desagradáveis que elas têm em comum: gente que para do lado esquerdo da escada rolante, que paga (ou não) os 10% do garçom, ou, até mesmo, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.hater

O aplicativo tem mais de 3000 tópicos desse tipo, em que o usuário pode “curtir”, “não curtir”, “amar” e “odiar”. Após responder às perguntas, a plataforma combina seu perfil com outros que não gostam das mesmas coisas.

Assim como no Tinder, aplicativo de paquera, caso surja alguém interessante, é só passar o dedo por cima, deslizando para a direita. Só acontece de dar match se os dois estiverem simultaneamente interessados. Assim, basta clicar no chat para dar início a conversa. E tem mais! Se a conversa não fluir bem, o Hater oferece um minigame de completar frases para quebrar o gelo.

O aplicativo Hater está disponível para iOS. A versão para Android tem previsão de chegada ainda este ano no Brasil.