Retratados em “A Rede Social”, eles lucram com a valorização da moeda da web

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Os gêmeos que travaram batalha judicial contra Mark Zuckerberg, acusando-o de roubar deles a ideia do Facebook, encontraram outra maneira de se destacar. A disputa pela posse da rede social se resolveu após pagamento em dinheiro e ações, que os irmãos optaram por investir em bitcoins. Isso fez deles os primeiros milionários que têm como renda a inovadora moeda virtual.

O bitcoin tem chamado cada vez mais a atenção de investidores e milionários por todo o mundo. O preço da unidade era de aproximadamente US$ 1 mil no começo de 2017. Seu valor chegou a cerca de US$ 15 mil no fim do ano, em uma impressionante ascensão.

E os Winklevoss não pararam por aí. Também são acionistas majoritários da Gemini, plataforma que funciona como casa de câmbio e bolsa de valores virtual, exclusivamente dedicada a operações com bitcoins. Os lucros do aplicativo, por si só, já tornariam cada um dos irmãos um bilionário do ramo. Com 90.000 bitcoins em posse, eles afirmam que investiram cerca de US$ 11 milhões na moeda e não pretendem vender nenhuma delas, “nem que passem a valer o mesmo que ouro”.

Mas o bitcoin não é um investimento seguro. Nem mesmo os maiores especialistas o entendem e consideram a novidade uma loucura passageira. Warren Buffett, o investidor mais famoso da Bolsa de Nova York, adverte que estamos diante uma bolha, prestes a estourar. Se vai mesmo explodir ou quando isso acontecerá, ninguém sabe, mas o  fato é que muitos estão ganhando fortunas.