A pesquisa Papo Digital, da agência Hello, traz dados de uso de dispositivos on e offline

Em meio a discussões causadas pela disseminação de fake news, como ficaram conhecidas as notícias falsas espalhadas por mensagens e publicações na Internet, a Hello, agência de pesquisa de mercado e inteligência trouxe dados que podem ser usados para explicar o fenômeno. De acordo com a pesquisa Papo Digital, sete em cada dez brasileiros usam as redes sociais para se informarem.

A pesquisa investigou o uso de dispositivos on e offline, formas de entretenimento, a atenção às mídias e publicidade, gostos nas redes sociais, além de comportamento de consumo. Quando questionados sobre o busca por notícias, em geral, os feeds de publicações e grupos de conversa online são os espaços mais citados para isso.

Ao indagarem os participantes da pesquisa, 95% revelou ser adepto das redes sociais. Quanto a quais aplicativos cada um tem baixado em seu smartphone, 95% respondeu WhatsApp, software de mensagens instantâneas. O Facebook, considerado a maior rede social virtual em todo o mundo em relação a número de usuários, aparece em segundo lugar, com 89%.

O uso das redes sociais para propagação de fake news

Muitos jovens reconhecem a falta de credibilidade do meio pelo qual se atualizam. Hoje, apenas 53% dos entrevistados, entre 16 a 24 anos, se consideram bem informados. A alta velocidade de distribuição faz com que as redes sociais sejam ideais para a disseminação das fake news. Outros fatores também contribuem, como o uso de títulos sensacionalistas e conteúdo falso, o apelo ao emocional e às crenças pessoais e a polarização de opiniões e ideologias.

Para evitar que notícias falsas se espalhem, há na Internet diversos mecanismos de verificação como sites de checagem. Ainda assim, a forma mais segura de se certificar sobre uma informação é buscar mais sobre ela através de fontes confiáveis, que tenham credibilidade.

Com informações da Agência Hello