Medicina tradicional chinesa, yoga e outras técnicas voltadas ao bem estar físico e mental estão em alta

O Sistema Único de Saúde (SUS) agregou recentemente novas práticas da medicina integrativa e complementar. Trata-se de um conceito ampliado de saúde, que não se restringe ao ato médico e envolve técnicas como acupuntura, fitoterapia e práticas corporais. Atualmente são 29 procedimentos terapêuticos que se baseiam em métodos tradicionais oferecidos pelo sistema público de saúde.

O Brasil lidera as inclusões de modalidades integrativas na saúde pública. De acordo com o Ministério da Saúde, elas estimulam a prevenção de doenças, evitando que cidadãos fiquem enfermos e com necessidade de internação. Dessa forma, também reduzem o custo para o sistema e melhoram a qualidade de vida dos individuos.
As terapias alternativas basearam-se em evidências cientificas e na tradição. A medicina tradicional vem sendo utilizada ao longo dos milênios, com bons resultados. Vale lembrar que os medicamentos industrializados se baseiam no principio ativo de plantas.

As práticas integrativas já eram oferecidos pelo SUS tratamentos como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, antroposofia e termalismo. Em 2017, foram incluídas arteterapia, meditação, ayurveda, biodança, dança circular, musicoterapia, osteopatia, naturoterapia, quiropraxia entre outras. A maioria delas valoriza o estado mental e físico do individuo.

Somente no ano passado, 1,4 milhão de pessoas receberam atendimentos individuais nessa área, sendo que a maioria foi de acupuntura, seguida de medicina tradicional chinesa, sessões de tai chi chuan, auriculoterapia e yoga.
Consolidar a oferta desses serviços é o maior desafio, segundo o Ministério da Saúde. Com isso, será possível que se ofereça atenção básica na implantação desse tipo de serviço, à disposição de todos.