Telstar recebeu o nome por voltar no tempo e homenagear a parente distante, usada em 1970

De volta às origens, a bola que será usada na Copa do Mundo da Rússia tem as mesmas cores e faz referência à redonda jogada em 1970, no México. A “Telstar 18” faz com que momentos históricos sejam relembrados e demonstra a ânsia pelo prêmio mais cobiçado de 2018, a tão sonhada taça.

Em 1970, as lendas do futebol mundial eram Pelé e Gerd Muller, mas neste ano, para defender seus respectivos países, os mais aguardados são Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo.

Além das cores da bola, a novidade que mais tem chamado atenção é a alta tecnologia desenvolvida pela Adidas, uma vez que a “Telstar” possui um chip embutido, que possibilita monitoramento em tempo real.

Esse chip também funciona como um código de barras que possui leitor digital. Durante as partidas, a Fifa consegue ter acesso a dados da bola como deslocamento, velocidade e posicionamento global.

Um dos primeiros a conhecer a bola foi o argentino Lionel Messi, mas já tem brasileiro nessa lista também, como o goleiro Cássio, do Corinthians. O arqueiro do Timão teve seu contato com a Telstar durante o torneio Florida Cup, nos EUA.

Mesmo que junho de 2018 nem tenha chegado ainda – e 2022 esteja bem longe – o torcedor já pode se acostumar com a ideia de que a bola da Copa do Mundo no Qatar está sendo criada com muito mais inovação e tecnologia.